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segunda-feira, janeiro 07, 2013

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→ Detalhes...

O que separa um radio-operador classe "C" de um radio-operador da faixa do cidadão?
-Uma avaliação básica de legislação, e outra de ética operacional. 
Nada mais!

Acredito que qualquer pessoa com certa intimidade/tempo de rádio seja capaz de realizar essa avaliação sem o menor problema. Pensando nisso, por que não voltar à moda antiga, quando o operador da Faixa do Cidadão - FC - prestava avaliação capacitativa das mesmas matérias, incluíndo redação?
Isso vale também para testes classe C, B e A.
Algumas questões são discutíveis neste aspecto, e uma delas, volto a citar, é o nível de dificuldade da prova para classe C, pois através de uma simples avaliação, o usuário, que não necessita nenhum conhecimento técnico, ao menos isso não é exigido, pode operar com potências de até 100 watts, quando na faixa do cidadão, onde também não é exigido nada, é permitido apenas 20 watts.
O mesmo nível de conhecimento deveria ser exigido para ambos os fins, e a faixa de potência permitida deveria ser a mesma. Afinal, o nível de conhecimento técnico exigido é nulo. 

Em miúdos, ou abaixa a potência máxima permitida para o operador classe C, ou aumenta o limite de potência para uso da FC e aplica-se, no mínimo, uma prova de legislação e redação.
Não estou colocando a capacidade do usuásio classe C em questão, estou colocando em questão o nível de dificuldade - zero - na balança para contrastar com o tipo de outorga do operador da F.C.
Assim como existem exímios técnicos na classe C, existem ótimos profissionais na F.C., e nem sempre a classe C é um atrativo para quem deseja se tornar radioamador. Isso é um fato.
Pode ser uma idéia utópica, pode ser uma idéia aproveitável, pode ser que não dê em nada, mas pode ser que alguém leia esta idéia, tenha determinados poderes e reflita a respeito.
Todos nós sabemos o que é permitido, em qual faixa devemos operar, e isso não é questionável, a questão está na faixa de potência aplicada às faixas onde nenhum conhecimento técnico é necessário/exigido.
Lembrando que o Brasil é o único País que permite o usuário da FC operar em 80 canais, e isso deve, com certeza, causar algum tipo de discussão pelo mundo. Então, pergunto, por que limitar o uso da FC em apenas 20 watts, quando 50 watts é a metade do permitido à classe C, sem a mínima exigência de conhecimentos técnicos?
O mesmo vale para as classes B e A, onde uma avaliação em diversos outros modos, como os digitais, deveriam valer com o mesmo peso da telegrafia.
Pensem nisso!
73s

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2 comentários:

Anônimo disse...

Sou um bom leitor de seu Blog, Mais esta questa de colocar um PX como rádio amador é complicado! Você é uma grande exceção! Mais o nivel de conhecimento de um Faixa do cidadão é extremamente limitado! E por esta rasão não é e não pode ser chamado rádio Amador! Você sabe disto muito bem, da limitação de conhecimento e do abismo que a legislação coloca.
Sou Classe A(PY7GP), mais comecei lá em PX(PX7D9393), que por sinal gosto bastante, limitando o nivel de minhas conversas com os amigos que tenho por lá! Isso é fato!
Então resumindo. PX não é e não pode ser chamado de rádio amador. Cada macaco em seu galho. Agora em relação a classe C. Eu acredito ser apenas uma classe de aprendizagem, que que também não deixa de ser muitas vezes limitadas e egoísta.
Que alem de também serem muitas das vezes descriminatórios com os novatos não dando chances a quem quer se tornar um Rádio Amador!
Esta é apenas uma pequena opinião!


Anônimo disse...

Amigos boa noite,

Esta é uma questão bastante interessante, eu particularmente tenho colegas na FC que considero muito bons operadores em todos os sentidos mas muitos se consideram relevados a um segundo plano pois muitos "Radioamadores" discriminam os operadores da FC.
Acho que as entidades que defendem o radioamadorismo no Brasil deveriam ficar atentas as tentativas como esta de levantar uma discussão sobre o assunto, com certeza muita coisa pode ser feita para e valorizar a FC e melhorar a nossa classe C .

Alcântara
alcantarapy7lz@gmail.com

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→ TVi ↓

TVi é um dos problemas mais sérios que o radio-operador pode sofrer. Pensando nisso, aqui vai algumas dicas seguras sobre como evitar este problema.

1º Cabo: Tem gente que acha que é só soldar o fio no conector e está tudo certo. Ledo engano!

Antes de soldar o conector, certifique-se que a malha esteja totalmente prateada, brilhando. Caso não esteja, substitua o cabo, ele está oxidado. "É a ação do tempo".

2º Conector: Verifique a qualidade do conector no ato da compra, e caso seu conector esteja a anos sendo utilizado (ou guardado), passe uma lixa fina por dentro no local onde encaixa a malha. Não deve haver nenhum tipo de sujeira ou sinal de oxidação.

3º Conector fêmea do rádio: Utilize uma chave de estria tamanho 19 e aperte a porca. Mal contato é um problema sério. Verifique a solda interna após o reaperto.

4º Não utilize antena tipo 5/8 caseira entre prédios e condomínios que estejam em locais mais altos que sua estação à distâncias menores de 10 metros. Lembre-se que a antena 5/8 irradia em ângulo reto, e a antena de tv do vizinho pode ser aquele famoso "bombrill".

Escolha sempre antena 5/8 industrial. Se for caseira utilize 1/4 de onda, pois seu lóbulo de irradiação aponta a ionosfera, ao invés do horizonte, como no caso da 5/8.

5º Não abra o ALC do equipamento. O ALC libera espúrios. Ao abrir potência do equipamento mantenha a proteção ALC. Da mesma forma que fazemos em nosso laboratório. Isso é imprescindível. Abrir ou aumentar potência não tem nada a ver com liberar ALC. Isso é para incompetentes e palitadores. Se abrir a potência do equipamento lembre-se de deixar o ALC atuando.

6º Estacionária: Nunca se esqueça que estacionária baixa não tem nada a ver com ressonância. A antena pode estar com roe ótima em determinado local, mas ressonar lá na casa do...

7º Identificar o "plano terra": Plano terra não tem nada a ver com antena plano terra. Você deve saber onde é o plano terra de sua estação, e o mesmo não tem nada a ver com o solo. Descobrindo o plano terra, a partir dele você saberá qual é a altura ideal para sua antena. Respeitando esta regra, além do rendimento otimizado de sua Estação, jamais correrá riscos de TVi. Dúvidas?

Consulte-nos.

→ Power RF Aprenda ↓

Como saber a potência correta sem ser enganado?

Primeiro, pesquise sobre o DATASHEET do transistor do seu rádio, leia a respeito, verifique a potência máxima levando em consideração a voltagem do transistor. A base de cálculo é a fonte de alimentação, então o parâmetro é 13,8 volts.

Se apresenta 8A de consumo em amperímetro digital "com congelamento de pico máximo", basta multiplicar 13,8v por 8A e o resultado dividir por 2.66, eis a potência correta, que são 41,5 watts de envelope - PEP. Em miúdos, no assovio tem que dar 41,5 watts, e na modulação 60% por conta do péssimo modulador original, então restam quase 25 watts de modulação real. Viu porque não adianta palitar? Girar ou abrir posição de trimpot apenas gera mais calor, e calor é igual a perda. Quanto mais se aquece o transistor, mais fecha a entrada de gate quando aquecido, e por isso você precisa alterar alguns componentes na saída, porque eles impedem o rendimento da potência final (isso só serve para rádios PX).

Um rádio na atualidade - 2015 - original apresenta 20w PEP SSB em média, então você tem 13,8v X 4A de consumo, que é = 55.2w Dividido por 2.66 = 20,75w efetivos. Ou seja, fonte de 5A para esse rádio original toca com folga.

Rádios com upgrade apresentam consumo entre 12A e 16A "em média" para mais, então você tem 13,8v X 12A = 165,6W em calor (em perda) divididos por 2,66 = +- 60w que representa o % aproveitável, e em média máxima "para 13,8v". Com voltagens DC to DC na alimentação, essa potência pode ultrapassar os 100 watts aproveitáveis, mas não há área de dissipação, então não recomendo. A bem da verdade, eu literalmente pago para ver alguém conseguir reproduzir o sistema que patenteamos, DC to DC.

Se utilizar bateria de 12v, o consumo em amperagem é maior. Quanto maior a voltagem, menor consumo em amperagem, quanto menor voltagem, maior consumo em amperagem.

By: Lei de Ohm.

Medições fora deste parâmetro são equivocadas.

Fale comigo

→ Dica de Segurança

A vantagem do Rádio na estrada, além da possibilidade de fazer grandes amigos, é saber o que está acontecendo lá na frente. Um possível deslizamento, bloqueio de pista, uma possível blitz falsa, assaltos, áreas perigosas, carros suspeitos e acidentes. Na verdade, o operador da Faixa do Cidadão precisa de muita malícia, porque em todo lugar haverá maldade e oportunismo. Já houve caso de amigo que quase foi morto em emboscada armada através de convites feitos na própria faixa. Pessoas que se passaram por radio-operadsores o chamaram para tomar um café e o mesmo foi, sem maldade nenhuma, mas estavam na verdade de olho em sua carga de remédios, relata João, Estação Cachorro Louco (Juiz de Fora MG). Portanto amigos, é possível sim fazer do rádio um ambiente saudável e seguro, basta denunciar quaisquer irregularidades e ficar atentos a desvios de conduta. Aproveite e faça sua parte, seja cordeal, e não se misture com radio-operadores que desrespeitam a faixa utilizado linguajar de baixo calão. Em caso de problemas, procure um posto da Polícia Rodoviária Estadual/Federal.

Oferecimento:

PXJF YOUTUBEadio.com.br

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