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terça-feira, julho 12, 2011

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Projeto Haarp, o perigo é real!











Em 1958, o principal consultor da Casa Branca para alterações do clima, Capitão Howard T. Orville, disse que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos estava estudando "formas de manipular as cargas da Terra e do céu, influenciando, assim, o clima "mediante a utilização de um raio eletrônico para ionizar ou desionizar a atmosfera sobre determinada área.
A intenção deste projeto é a dominação do planeta, utilizando como principal arma, o clima.
O HAARP utiliza uma tecnologia de ondas de rádio super-potentes, são ondas ELF, freqüência ultra baixa, concentradas em um determinado ponto, fazendo com que a ionosfera aqueceça e se afaste, desta forma, os rios de águas que circulam naturalmente na ionosfera em forma de vapor são controlados, alterando assim o ciclo natural do planeta.
São 36 antenas gigantes, em inúmeros locais dos Estados Unidos,emanando  bilhões de watts de energia para a atmosfera.












O Haarp pode inclusive influenciar o comportamento humano através de ondas de interferências magnéticas (Emi Electro magnetic interference), podem ainda desabilitar equipamentos de comunicação eletrônicos utilizando pulsos eletromagnéticos (EMP: electro magnetic pulse) controlados.
Podem causar terremotos usando freqüências de som que causem ressonâncias nas placas tectônicas.
Teoricamente é possível produzir terremotos ou pontos de ruptura por microondas, através da expansão das moléculas de água do interior das rochas.










O Projeto HAARP iniciou-se na década de 90, financiado pelo Pentágono, está sob coordenação da USAF ( United States Air Force) através da universidade do Alasca ( em Gakona ) (http://www.haarp.alaska.edu/ ) e da USNAVY através do Naval Research Laboratory (http://server5550.itd.nrl.navy.mil/projects/haarp/index.html)
Para fins militares o Haarp teria várias aplicações, por exemplo inutilizar equipamentos eletrônicos do inimigo, detectar mísseis e aviões de baixo nível, detectar depósitos subterrâneos de armamento de um país inimigo ou armas nucleares, novo sistema de comunicações entre submarinos, etc...
Os EUA investiram dezenas de milhões de dólares para essa tecnologia de tomografia de penetração da terra, intensas radiações podem usar-se para observação da terra a km de profundidade (para encontrar bases subterrâneas de armamento, etc). Acontece que essas freqüências elevadas perturbam as funções cerebrais humanas.
O próprio  "Airpower journal" em 1996 disse que o exército americano está desenvolvendo armas psicotrônicas e eletrônicas, não letais, para afetar humanos.

Leia: http://www.haarp.net/
((•)) Ouça este post

3 comentários:

Carlos Rodrigo disse...

Belo post, Alemão.

Já é usado um sistema parecido com o Haarp pelos cassinos de Las Vegas, para proteger os lindos paineis luminosos da cidade.

É utilizado um laser para ionizar o ar e conduzir descargas atmosfericas para um ponto seguro.

Realmente estamos caminhando para as aventuras de Indiana Jones na vida real.

André Luiz disse...

A pergunta que não cala é: Este tipo de ferramenta tem conseqüências apenas lá, nos Estados Unidos?

Anônimo disse...

__Porque será que acontecem tantas tragédias climáticas como tufões e furacões nos EUA? Eles estão mexendo no que não devem e vão pagar por isso!

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