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sábado, março 24, 2012

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Em busca do áudio perfeito.

Quando se fala em áudio perfeito, eis que surge alguém dizendo sobre o recurso DSP, mas primeiro vamos explicar o que seja DSP, pois um monte de gente nem tem idéia do que seja.

DSP = Digital signal processing, ou Processamento de Sinal Digital.

O objetivo do DSP é, geralmente, para medir, filtrar, e comprimir notas contínuas do mundo real (sons), transformando-os em sinais digitais. 

O primeiro passo é, geralmente, para converter o sinal a partir de um som analógico para a forma digital, por amostragem e, em seguida, digitalizando-o usando um conversor analógico-digital (ADC), que transforma o sinal analógico para um fluxo de números.  
Este processo é mais complexo do que o processamento analógico, e tem uma gama de valores discretos, pois a aplicação de poder computacional para processamento de sinal digital, permite muitas vantagens sobre o processamento analógico em muitas aplicações, tais como a detecção e correcção de erros na transmissão, bem como a compressão de dados.

O problema é que no conceito, na teoria, é tudo perfeito, só que na prática a coisa não é bem assim, pois não existe som digital, existe som analógico; na verdade qualquer som é analógico e o único som digital existente são provenientes daqueles beeps de computador quando é ligado, nada mais.

Se o conceito está equivocado embora a intenção seja boa, no que isso pode importar, no caso de um áudio DPS?

Simples, existe pequeno engodo nessa história que não é comentado, pois a distância de um áudio DPS, para um áudio pura e simplesmente processado, e um áudio amplificado, é bem pouca; o que diferencia é o método de aplicação deste sistema.
Surgirão postagens contrárias, é fato, mas para o sucesso de um áudio DSP é necessário um equipamento cuja largura de banda seja superior à normal, ou seja, para funcionar o DSP é necessário ocupar bem mais que uma faixa normal de transmissão, e isso significa obrigatoriamente o uso de linear, pois sabe-se por conceito básico que, quando mais fina for a linha de transmissão, mais longe sua estação é capaz de chegar, e essa grandeza é inversamente proporcional.
Na busca pelo áudio perfeito muitas atrocidades são realizadas nos equipamentos, muitos são os microfones e mesas utilizados, e acabamos por ignorar o que há de bom no mercado, optando pelo que há de mais caro, não pelo que há de funcional.


Áudio perfeito é aquele cuja modulação remete à pessoa que está modulando, ou seja, entrou fulano no rádio e você o reconhece porque sabe que aquela é sua voz, pessoalmente. Não podemos confundir áudio digitalizado com áudio trabalhado.


Se o seu transceptor reproduz fielmente sua voz, ótimo, o único problema é para os locutores que possuem voz grave, com ausência de agudos. Como é que se coloca agudos e médios em uma pessoa que não produz este som, é o mesmo que pedir a seu cachorro que recite um poema, não tem jeito; o que você pode fazer é confundir o transmissor, aumentando o ganho de recepção da cápsula para que o "ruído branco" adentre à modulação, causando impressão de local aberto; e sim, isto corrige a modulação deficitária, ou a utilização de um equalizador paramétrico onde as frequências mais baixas são reduzidas ao mesmo nível daquelas que você não produz. Claro, a solução está no ganho da cápsula, pois além de rápida, é bem mais barata.

Não se engane instalando mesas de som em seu transceptor, a não ser que a instalação pule a entrada dos filtros do microfone originais, pois caso contrário não dará certo; e não se esqueça, só coloque a mão em seu rádio se tiver certeza do que está fazendo.

Abraços!
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TVi é um dos problemas mais sérios que o radio-operador pode sofrer. Pensando nisso, aqui vai algumas dicas seguras sobre como evitar este problema.

1º Cabo: Tem gente que acha que é só soldar o fio no conector e está tudo certo. Ledo engano!

Antes de soldar o conector, certifique-se que a malha esteja totalmente prateada, brilhando. Caso não esteja, substitua o cabo, ele está oxidado. "É a ação do tempo".

2º Conector: Verifique a qualidade do conector no ato da compra, e caso seu conector esteja a anos sendo utilizado (ou guardado), passe uma lixa fina por dentro no local onde encaixa a malha. Não deve haver nenhum tipo de sujeira ou sinal de oxidação.

3º Conector fêmea do rádio: Utilize uma chave de estria tamanho 19 e aperte a porca. Mal contato é um problema sério. Verifique a solda interna após o reaperto.

4º Não utilize antena tipo 5/8 caseira entre prédios e condomínios que estejam em locais mais altos que sua estação à distâncias menores de 10 metros. Lembre-se que a antena 5/8 irradia em ângulo reto, e a antena de tv do vizinho pode ser aquele famoso "bombrill".

Escolha sempre antena 5/8 industrial. Se for caseira utilize 1/4 de onda, pois seu lóbulo de irradiação aponta a ionosfera, ao invés do horizonte, como no caso da 5/8.

5º Não abra o ALC do equipamento. O ALC libera espúrios. Ao abrir potência do equipamento mantenha a proteção ALC. Da mesma forma que fazemos em nosso laboratório. Isso é imprescindível. Abrir ou aumentar potência não tem nada a ver com liberar ALC. Isso é para incompetentes e palitadores. Se abrir a potência do equipamento lembre-se de deixar o ALC atuando.

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7º Identificar o "plano terra": Plano terra não tem nada a ver com antena plano terra. Você deve saber onde é o plano terra de sua estação, e o mesmo não tem nada a ver com o solo. Descobrindo o plano terra, a partir dele você saberá qual é a altura ideal para sua antena. Respeitando esta regra, além do rendimento otimizado de sua Estação, jamais correrá riscos de TVi. Dúvidas?

Consulte-nos.

→ Power RF Aprenda ↓

Como saber a potência correta sem ser enganado?

Primeiro, pesquise sobre o DATASHEET do transistor do seu rádio, leia a respeito, verifique a potência máxima levando em consideração a voltagem do transistor. A base de cálculo é a fonte de alimentação, então o parâmetro é 13,8 volts.

Se apresenta 8A de consumo em amperímetro digital "com congelamento de pico máximo", basta multiplicar 13,8v por 8A e o resultado dividir por 2.66, eis a potência correta, que são 41,5 watts de envelope - PEP. Em miúdos, no assovio tem que dar 41,5 watts, e na modulação 60% por conta do péssimo modulador original, então restam quase 25 watts de modulação real. Viu porque não adianta palitar? Girar ou abrir posição de trimpot apenas gera mais calor, e calor é igual a perda. Quanto mais se aquece o transistor, mais fecha a entrada de gate quando aquecido, e por isso você precisa alterar alguns componentes na saída, porque eles impedem o rendimento da potência final (isso só serve para rádios PX).

Um rádio na atualidade - 2015 - original apresenta 20w PEP SSB em média, então você tem 13,8v X 4A de consumo, que é = 55.2w Dividido por 2.66 = 20,75w efetivos. Ou seja, fonte de 5A para esse rádio original toca com folga.

Rádios com upgrade apresentam consumo entre 12A e 16A "em média" para mais, então você tem 13,8v X 12A = 165,6W em calor (em perda) divididos por 2,66 = +- 60w que representa o % aproveitável, e em média máxima "para 13,8v". Com voltagens DC to DC na alimentação, essa potência pode ultrapassar os 100 watts aproveitáveis, mas não há área de dissipação, então não recomendo. A bem da verdade, eu literalmente pago para ver alguém conseguir reproduzir o sistema que patenteamos, DC to DC.

Se utilizar bateria de 12v, o consumo em amperagem é maior. Quanto maior a voltagem, menor consumo em amperagem, quanto menor voltagem, maior consumo em amperagem.

By: Lei de Ohm.

Medições fora deste parâmetro são equivocadas.

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→ Dica de Segurança

A vantagem do Rádio na estrada, além da possibilidade de fazer grandes amigos, é saber o que está acontecendo lá na frente. Um possível deslizamento, bloqueio de pista, uma possível blitz falsa, assaltos, áreas perigosas, carros suspeitos e acidentes. Na verdade, o operador da Faixa do Cidadão precisa de muita malícia, porque em todo lugar haverá maldade e oportunismo. Já houve caso de amigo que quase foi morto em emboscada armada através de convites feitos na própria faixa. Pessoas que se passaram por radio-operadsores o chamaram para tomar um café e o mesmo foi, sem maldade nenhuma, mas estavam na verdade de olho em sua carga de remédios, relata João, Estação Cachorro Louco (Juiz de Fora MG). Portanto amigos, é possível sim fazer do rádio um ambiente saudável e seguro, basta denunciar quaisquer irregularidades e ficar atentos a desvios de conduta. Aproveite e faça sua parte, seja cordeal, e não se misture com radio-operadores que desrespeitam a faixa utilizado linguajar de baixo calão. Em caso de problemas, procure um posto da Polícia Rodoviária Estadual/Federal.

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