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quinta-feira, agosto 25, 2011

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Labre. a entidade hoje tem utilidade?













 Vamos fingir que a Labre (Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão) também compactua com os mesmos interesses dos radio-operadores usuários da faixa do cidadão, e vamos fingir também que eles estão fazendo alguma outra coisa além de receber taxas para sustentar suas estruturas em troca de locais de prova (como se isso fosse um bicho de sete cabeças).
O problema começa no próprio conceito, quem é radioamador não entende operador de px como da mesma classe, mas ambos utilizam de uma atividade relativamente parecida, diferenciada apenas por questões intelecto-sociais.
Em miúdos, é tudo a mesma coisa, é hipócrita quem diz o contrário.
Quem faz a faixa, seja de amador, seja onzemetrista, é quem aperta o microfone (PTT), (palavras do sábio amigo Ernesto).

Pense em como seria bom pagar mensalmente uma entidade que:
Cuida da homologação dos equipamentos
Cuida da elucidação de questões nas fiscalizações das rodovias (à quem é licenciado)
Cuida dos problemas jurídicos de rádio-operadores, quando os mesmos são proibidos de instalar suas estações em seus condomínios.
Cuida e fiscaliza o comércio para vender apenas material homologado (cabo, rádios, etc).
Faz visitas constantes às estações denunciadas, munidas de equipamentos de rastreamento à estações clandestinas.
Proporciona, "organiza" e apresenta cursos de emergência na Capital e no Interior, preparando o voluntário para atuar em casos de calamidade pública, incluindo prerrogativas de livre acesso à locais de risco e socorro à vitimas, como o ocorrido em Friburgo.

Estes foram meros exemplos...

Deixo aqui meu descontentamento com a entidade, e faço meu apelo para que alguém, da Labre, ou que tenha voz com a mesma, possa levar estas idéias aos companheiros em suas reuniões.
Labreanos, podem contar nos dedos a quantidade de radioamadores que são incluidos no serviço a cada exame, mas se tiverem que contar a quantidade de usuários da faixa do cidadão que surgem solicitando licenciamento todos os dias, vão perder as contas.
Não creio que seja um caso a pensar, creio que seja um projeto para curto prazo a ser executado.
Um setor jurídico responsável, em convênio com as cidades do interior, seria algo tão bom, que a idéia chega a ser surreal.
Radioamador ou rádio-operador da faixa do cidadão é abordado, retido e tratado injustamente pela autoridade policial, ou equipamento apreendido, ou até mesmo o condomínio onde você mora tentando fazer de seu regimento interno algo que esteja acima da lei, seria muito bom poder ligar para o número xxx xxxx, e se manter tranquilo, com o amparo da lei.
Engraçado que só lembram da gente quando existe algum tipo de catástrofe. Está mais do que na hora de mudar isso.
O que você acha?
((•)) Ouça este post

23 comentários:

Anônimo disse...

As Labres, em sua maioria, são mantenedoras de suas repetidora. Cobram de seus afiliados uma taxa para manterem suas estruturas, receberem os quase extintos cartões qsl, entre outras funções, mas o comentário que você fez realmente se torna interessante pois não abrange apenas os operadores de px, os radioamadores passam aperto com as questões citadas até hoje.
Fiquei sabendo do que houve com o Rogel PY4YZ e com o Cláudio PY4UQV.
Realmente lamentável.
Algo que poderia ser resolvido de forma coletiva, é resolvido a duras penas individualmente.
É isso aí Alemão, parabéns pela matéria!
Julio Lafrote
Campinas

Anônimo disse...

A labre só quer saber de modos digitais, perdeu o foco faz tempo, por isso são tão poucos afiliados.

Julio Diniz
Belo Horizonte

Anônimo disse...

Objetivos da LABREI. o desenvolvimento do radioamadorismo, em todas as suas modalidades;

II. a pesquisa científica e o desenvolvimento técnico-operacional de seus associados, no campo das telecomunicações; (NÃO FAZ)

III. as atividades filantrópicas, sociais, assistenciais, culturais, de ensino educativas, recreativas, desportivas, visando desenvolver o espírito associativo, a harmonia e a coesão do quadro social; (QUERO SABER ONDE)

IV. a colaboração com os órgãos governamentais de telecomunicações, na forma da legislação pertinente, e a representação do radioamadorismo junto a essas autoridades governamentais; (ONDE ESTÃO ESTES??)

V. o intercâmbio técnico científico, social e cultural com entidades congêneres; (ONDE, CADÊ?)

VI. a perfeita integração administrativa e operacional das Labres Estaduais entre si e com a LABRE;

VII. a defesa dos direitos dos associados na área administrativa, respeitada a autonomia das Labres Estaduais; (DEFESA DOS DIREITOS DOS ASSOCIADOS, QUE DIREITOS?)

VIII. as atividades cívicas, morais e intelectuais, visando o culto à pátria, às instituições, à família e a dignificação do homem; (CANTAMOS O HINO NACIONAL TODOS OS DIAS, FUI A GUERRA E NÃO VI LIGAÇÃO ALGUMA DA LABRE COM ESTA PROPOSTA)

IX: a representação e defesa do radioamadorismo brasileiro junto às autoridades brasileiras e organizações internacionais de radioamadores; (QUERO APENAS UM EXEMPLO, NÃO TEM)

X. a criação, o desenvolvimento e a consolidação de escolas destinadas à formação e desenvolvimento de radioamadores em todas as modalidades de operação; (SÓ NO PAPEL)

XI. a participação do radioamadorismo brasileiro em competições nacionais e internacionais; (CADA GRUPO, SE NÃO PROCURAR SEUS MEIOS, NÃO SERÁ A LABRE A AUXILIAR)

XII. a manutenção de uma publicação técnica para divulgação de assuntos de eletrônica, eletricidade, e atividades sociais da entidade e do radioamadorismo em geral; (NÃO EXISTE)

XIII. o serviço assistencial, desinteressado, à coletividade sempre que a situação o exigir ou as autoridades o solicitar (E O PREPARO, QUEM OFERECE?)

Já deveria ter extinto esta instituição faz tempo.

Cláudio M.
Belo Horizonte MG

Anônimo disse...

A labre só quer saber de modos digitais e receber taxa de deslocamento das provas.
Tirando isso, não escutamos mais falar dela.


Juliano Assis
Campo dos Goytacases

Anônimo disse...

A Labre precisa rever seus conceitos, é verdade.
Engraçado que antigamente todo mundo era px e só aos poucos foram se tornando radioamadores, e hoje existe esta discriminação.
Fui px4A, sou antigo de rádio, e sinto muito por ter vivido nesta transição, onde os valores são perdidos.
Parabéns Alemão!

Fabiano Moraes
Barbacena MG

Anônimo disse...

A Labre é uma instituição retrógrada, que beneficia a poucos.

Kioshiy Yokawa
São Paulo

Anônimo disse...

A voz do povo é a voz de Deus!
De repente eles acordam e enxergam a possibilidade de mudança, que diga-se de passagem, será para melhor.

Sergio Alexandro
Pedro do Rio RJ

Anônimo disse...

Aínda bem que ninguém te da atenção!

Mauricio
Santos SP

Anônimo disse...

Concordo plenamente com o pensamento do André, pois tudo que esta dito é a pura verdade. A faixa do cidadão pra mim continua sendo a uma porta para o radioamadorismo. Na faixa do cidadão como nas faixas de radioamadores existem aqueles que falam sem ter indicativo de chamada e também os prefixados que usam a sub-faixa para seus QSOs.
No final a descriminação aos operadores da faixa do cidadão é muito grande mesmo para os que detém indicativo de chamada.
Nenhuma entidade tem interesse em investir nos operadores da faixa do cidadão. Mesmo sendo um grupo bem maior doque os radioamadores.

Alcântara
PY7LZ

André Luiz disse...

Existem excessões.
Meu amigo Márcio PY1RJ, por exemplo, ensina radiotelegrafia na Labre do Rio de Janeiro, e a longas datas está auxiliando nossos companheiros a se tornarem radioamadores.
A Labre RJ é uma excessão à este comentário do Blog, e digo isso porque conheço o trabalho deste pessoal.
Mas... aínda não vejo nada que favoreça os usuários da faixa do cidadão.

Vamos pensar no assunto gente, que tal?

André Luiz disse...

Leiam este desabafo:
DESABAFO




A fim de esclarecer questões relevantes ao aluguel do salão de festas da LABRE, em particular o evento do dia 22.07.11, venho por este, não somente como funcionária, mas também como Radioamador, expor os fatos conforme passo a narrar:


Como é do conhecimento de todos, a LABRE-MG é hoje, e já vem sendo há vários anos, uma instituição falida, em situação irregular na Prefeitura de Belo Horizonte, como exemplo o Contrato de Comodato que já esta vencido há quase 10 anos, é devedora de vários impostos essenciais desde 2003, no qual foi acordados recentemente um parcelamento até 2007, dentre outros.


É uma associação que tem em seu quadro social, pouquíssimas pessoas que contribuem com a entidade, quer seja pagando mensalidades, quer seja ajudando em caráter voluntario, essas dificuldades não são recentes, já existem há vários anos, muitos outros sustentaram a LABRE-MG por muito tempo na esperança de que ela sobrevivesse.


Durante dolorosos meses, eu e o Sr. Léo estivemos sozinhos, a mercê da própria sorte. Foram momentos difíceis, de angustia, tristeza e total abandono.


Mas, tentamos ficar firmes, durante este período, busquei todos os modos possíveis para levantar verbas que permitissem honrar ao menos os compromissos que eram essenciais a continuidade dos serviços e ao não fechamento.


Graças aos atos de bondade de uns poucos, a nova Diretoria foi composta, boas almas que aceitaram o grande desafio de tentar manter a entidade que há muito tempo já caminha para a decadência.


Os que aqui visitam regularmente (geralmente aos sábados), já se sentem no direito de se sentirem donos, de cobrar isto, cobrar aquilo, que a LABRE deve ser assim, que tem de fazer deste ou daquele jeito. Mas não se preocupam se a LABRE tem recursos para continuar viva.


Ao final de cada manhã de Sábado, vão embora com suas reclamações, fofocas, aguardando os próximos Sábados para retomarem as mesmas reclamações e irem embora sem grandes vínculos nem responsabilidades.


Mas isso todo mundo já sabe!!


O que venho esclarecer é que a LABRE, sobrevivente de migalhas, aluga o salão de festas porque não tem renda suficiente para manter-se.


Em relação à festa do dia 22.07.11, a Senhora Cristiane Reinaldo Ferreira, solicitou a data para a realização da festa de 15 anos de sua filha Luisa, que inclusive esteve junto com a mãe durante a assinatura do contrato.


Infelizmente, eu, mortal como todos vocês, não tenho dom de adivinhações e não consegui enxergar nenhuma estrela na testa da mesma, que demonstrasse um caráter cruel.


Qualquer local que possua um espaço destinado a aluguel para terceiros, estaria nas mesmas condições e sofreria os mesmos riscos. Nem eu, nem o Senhor Léo temos condições de saber se uma pessoa mal intencionada, neste caso uma senhora, teria qualquer atitude diversa da que informou.


Esclareço aquém, que sou somente secretária da LABRE, apesar de praticamente exercer funções destinadas a um Diretor financeiro ( a LABRE não tem), Diretor de Relações públicas ( a LABRE não tem), vindo a trabalhar arduamente em atividades que merecem no mínimo 2 funcionários, trabalho sozinha, tendo que tomar decisões, levantar verbas, etc, etc, etc.


Nunca tratei com descaso nenhum Radioamador que aqui chegou, sempre tratei todos com isonomia, atenção, dedicação, mesmo tendo milhares de coisas para fazer no escritório. Paro o que for para atendê-los.


Ficamos, eu e o Senhor Léo, que é um pobre coitado, que também carrega a LABRE nas costas, abandonados nas últimas semanas, jogados no olho do furacão.


[CONTINUA]

André Luiz disse...

Àqueles que se dizem os mais influentes, mais importantes, nada fizeram. Enchem a boca para falar que construíram a LABRE, que construíram o Salão de festas, mas se fossem inteligentes, teriam buscado desde antes da finalização das obras, a liberação do alvará, haja vista que nenhum salão destinado a aluguel pode funcionar sem a documentação necessária e que àquela data era bem mais simples sua concessão.


E a LABRE hoje, tem que se defender humildemente porque aluga desde o inicio de sua fundação, um salão de festas irregular, mas como a LABRE vive das migalhas, o salão de festas sempre foi o arrimo para salvar a entidade, que conta somente com a sorte e a misericórdia Divina.


Até o presente momento, além do Senhor Ernani e Senhor Jose Omar, recebi dois telefonema de dois Radioamadores se oferecendo para auxiliar no esclarecimento de que a entidade não tem nenhuma ligação ou culpa pelo ocorrido, aos que não tem conhecimento jurídico, existe um Contrato firmado pelas partes que deixa bem claro a responsabilidade civil e ou criminal do contratante que omitir ou agir contra os preceitos morais da empresa.


Trabalhamos de sol a sol, sem nem ao menos termos certeza se receberemos nosso salário, que por inúmeras vezes foi pago em atraso, temos que pedir pelo amor de Deus para receber o pagamento, e somente poucos possuem discernimento para reconhecer nossos esforços.


O restante todos já sabem, vão continuar reclamando, dando palpites, apontando defeitos, difamando, caluniando e se escondendo, com suas afiadas línguas, atrás de seus Rádios...

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Este desabafo você encontra no próprio site, ou blog da Labre MG, cujo link esta em anexo: http://labremg.blogspot.com/

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André Luiz disse...

A resposta é simples, e de início quem escreve aqui tem peito para falar na cara de qualquer um, sou eu, André PY4WB, então por gentileza, quem quiser atacar, falar baboseira ou me puxar a orelha, basta postar o nome certo e se identificar, pois estamos discutindo idéias e não pessoas. Não vou levar para o lado pessoal, prometo. Minha intenção é levantar a instituição, mas para isso é necessário apontar soluções, como fiz, em minha postagem principal, mesmo que seja necessária a apresentação de críticas.
A Labre está falida porque não tem foco, não faz e nunca fez o que está no estatuto. (Bem lembrando pelo amigo "Cláudio M. ,de Belo Horizonte").
Eu acredito piamente na boa vontade das pessoas, principalmente nos companheiros que estão na diretoria da Labre hoje, mas a falta de objetivo claro é explícita.
Quem não sabe onde está, não sabe para onde vai, é um fato.
Quando a Labre surgiu, o que fez dela uma entidade importante em Minas Gerais foram os operadores da faixa do cidadão, que aos poucos foram se tornando radioamadores, e a ajuda destes novos radioamadores aos onzemetristas foi crucial, pois desta forma surgiram, com apoio, novos radioamadores. Mas a entidade se fechou, como se fosse um clube particular de magistrados, onde só a pequena e seleta classe radioamadorística fosse o último biscoito do pacote.
Esta realidade de exclusão, que nada atrai novos adeptos, fez com que a Labre MG chegasse ao ponto que chegou.
Para uma instituição sobreviver é necessário dinheiro, e para se conquistar novos adeptos é necessário oferecer serviços, uma coisa leva a outra, é uma contrapartida.
Ninguém vai se filiar a uma instituição previamente falida tendo o nada como retorno, então TEM QUE ACABAR com essa postura de fazer VISTA GROSSA, é necessário encarar a mudança de forma edificante. Sim, eu disse edificante, pois abrange mais que o hobbye, pois eleva o ser humano em sua compreenção global, unificando o entendimento do hobbye, independente da faixa de operação, afinal, o que é mais importante, o homem que aperta o PTT ou o hobbye?
Está havendo uma inversão de valores, neste caso específico não podemos lutar por um ideal, as idéias fomentam objetivos, mas a ação É E DEVE SER em pról do homem, E NÃO em pról da instituição. A instituição sem o homem que a usufrui é igual a NADA.
Na postagem apresentei dicas de coisas que poderiam mesmo ser feitas pela Labre, e caso haja necessidade, eu poderia fazer um planejamento, até mesmo fazer parte de uma reunião (eu disse reunião, não diretoria), para apresentar projetos a serem executados para ontem, e com certeza, isto iria oferecer vantagens a todos, desde os onzemetristas, até os radioamadores, pois estão, de fato, no mesmo barco.
Estou aberto a comentários dignos, mas quem precisa mesmo abrir a mente é quem está na coordenação da entidade.

73s

André PY4WB - PX4G1578

Anônimo disse...

Parabéns pela materia Alemão!
Parece que estamos na mesma cidade, o que acontece ai em Juiz de Fora acontece aqui em Campo Grande MS,com todas as palavras concordo com você,até pareçe que um radio amador nunca apertou um PTT de radio PX...

Anônimo disse...

Tocar neste assunto é um tanto delicado
Aqui em minha cidade, a Associação de Radioamadores ganhou um terreno da prefeitura, mas depois de alguns anos a prefeitura tomou tudo, justamente por conta da inatividade de quem estava à frente. Ou seja, todo o tempo, suor e dinheiro investido não deu em nada. (Residia em Juiz de Fora à época)
Eu acho o seguinte, se o representante de determinada instituição percebe que a coisa não vai pra frente, passa para outro. Novas idéias são sempre bem vindas.
Para que estas utopias se tornem realidade, é necessário suor e muita vontade, e isso é para poucos.
Quando a pessoa que está a frente percebe que vai ter que sair do conforto de sua rotina para fazer algo além dos horizontes de seu lar, ela pensa duas vezes.
Ótima matéria Alemão!


Ft3 73!

Gilmar S.
Brasilia DF

Anônimo disse...

Pelo que você nos descreve, a Labre vai acabar, é só uma questão de tempo.
Aqui no Rio realmente a coisa funciona, o pessoal trabalha. Também gosto muito do Márcio PY1RJ. O cara é muito prestativo. Desta forma entendo seus comentários como verdade.
Abraço meu amigo!

Jorge Almeida
Campos dos Goytacazes RJ

Anônimo disse...

Lamentável ver a quantas vai a Labre... realmente lamentável.
A Labre mineira tem história, é uma pena.

Heitor
Campina Grande PA

Ernestus disse...

A meu ver, criou-se uma barreira entre o PX e as demais modalidades de radiocomunicação, por causa de uma reação em cadeia iniciada pela ausência do Estado, na figura do DENTEL, hoje ANATEL, em investir em pessoal especializado e equipamentos que o permitissem estar mais a par do que acontece com o nosso rádio. É aí que a LABRE perde a grande chance de ser a fiel mediadora do poder público, e, ao mesmo tempo, a voz do radioamador, pelo exercício de sua representatividade.

A bagunça que se instalou nos 11 metros devido a um sem-número de clandestinos inescrupulosos e sem ética nada mais é do que o reflexo da cultura da libertinagem, pela qual atrapalhar os outros ou apoderar-se do ilícito não significa necessariamente atrair para si algum tipo de penalidade.

Talvez por isso, há radioamadores que desdenham a Faixa do Cidadão e a destituem de sua característica mais óbvia: SER uma modalidade de radioamadorismo. É como se pudéssemos dizer que os vira-latas não são cachorros, que os Fuscas não são automóveis, ou que as ocas indígenas não são casas. Falácia!

Talvez seja hora dessa situação se reverter. Mas, para tanto, é necessário que os mais experientes se pronunciem; é necessário que o preconceito seja vencido e o espaço existente entre os 10 e os 12 metros seja de uma vez por todas inserido na realidade radioamadorística de nosso país.

É uma pena que estejamos numa luta do tipo cada-um-por-si para mantermos viva a nossa paixão. Aqui no ES a LABRE nem existe. O único PX clube da região metropolitana de Vitória há muito não promove um conteste, um encontro de confraternização, um evento para troca de experiências, ou sequer possui uma caixa postal para auxiliar na troca de QSLs.

O título do artigo deixa uma pergunta no ar. Aqui por estas bandas, a resposta por enquanto é "não".

73.
Ernestus
Vila Velha-ES.

Anônimo disse...

Rapaz, é uma ótima idéia a Labre juntar forças com os operadores da Faixa do Cidadão.
Nunca pensei nisso.
Parabéns pelo página, muito útil!

73

Braga
Fortaleza CE

Anônimo disse...

PARABÉNS !!! Nunca li em outro site comentário assim tão direto e exato sobre o que fazer e não faz !!!

Anônimo disse...

Não creio que a Labre hoje represente o radioamador, ela mal se representa.

Cláudio Linkoln
Brasilia DF

Anônimo disse...

Eu não vou nunca me associar a esta entidade. E digo sou Radioamador licenciado e PX, e nunca largarei esta faixa posso sim um dia dei char de ser radioamador.

Anônimo disse...

Pena que não tem uma prova de redação para se tornar radioamador...

Sem instrumentos, não adianta!

Sem instrumentos, não adianta!
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"Para aqueles que acham que este instrumento é incorruptível", é bom saber que os wattímetros Bird usam elementos removíveis, cha...

→ TVi ↓

TVi é um dos problemas mais sérios que o radio-operador pode sofrer. Pensando nisso, aqui vai algumas dicas seguras sobre como evitar este problema.

1º Cabo: Tem gente que acha que é só soldar o fio no conector e está tudo certo. Ledo engano!

Antes de soldar o conector, certifique-se que a malha esteja totalmente prateada, brilhando. Caso não esteja, substitua o cabo, ele está oxidado. "É a ação do tempo".

2º Conector: Verifique a qualidade do conector no ato da compra, e caso seu conector esteja a anos sendo utilizado (ou guardado), passe uma lixa fina por dentro no local onde encaixa a malha. Não deve haver nenhum tipo de sujeira ou sinal de oxidação.

3º Conector fêmea do rádio: Utilize uma chave de estria tamanho 19 e aperte a porca. Mal contato é um problema sério. Verifique a solda interna após o reaperto.

4º Não utilize antena tipo 5/8 caseira entre prédios e condomínios que estejam em locais mais altos que sua estação à distâncias menores de 10 metros. Lembre-se que a antena 5/8 irradia em ângulo reto, e a antena de tv do vizinho pode ser aquele famoso "bombrill".

Escolha sempre antena 5/8 industrial. Se for caseira utilize 1/4 de onda, pois seu lóbulo de irradiação aponta a ionosfera, ao invés do horizonte, como no caso da 5/8.

5º Não abra o ALC do equipamento. O ALC libera espúrios. Ao abrir potência do equipamento mantenha a proteção ALC. Da mesma forma que fazemos em nosso laboratório. Isso é imprescindível. Abrir ou aumentar potência não tem nada a ver com liberar ALC. Isso é para incompetentes e palitadores. Se abrir a potência do equipamento lembre-se de deixar o ALC atuando.

6º Estacionária: Nunca se esqueça que estacionária baixa não tem nada a ver com ressonância. A antena pode estar com roe ótima em determinado local, mas ressonar lá na casa do...

7º Identificar o "plano terra": Plano terra não tem nada a ver com antena plano terra. Você deve saber onde é o plano terra de sua estação, e o mesmo não tem nada a ver com o solo. Descobrindo o plano terra, a partir dele você saberá qual é a altura ideal para sua antena. Respeitando esta regra, além do rendimento otimizado de sua Estação, jamais correrá riscos de TVi. Dúvidas?

Consulte-nos.

→ Power RF Aprenda ↓

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Como saber a potência correta sem ser enganado?

Primeiro, pesquise sobre o DATASHEET do transistor do seu rádio, leia a respeito, verifique a potência máxima levando em consideração a voltagem do transistor. A base de cálculo é a fonte de alimentação, então o parâmetro é 13,8 volts.

Se apresenta 8A de consumo em amperímetro digital "com congelamento de pico máximo", basta multiplicar 13,8v por 8A e o resultado dividir por 2.66, eis a potência correta, que são 41,5 watts de envelope - PEP. Em miúdos, no assovio tem que dar 41,5 watts, e na modulação 60% por conta do péssimo modulador original, então restam quase 25 watts de modulação real. Viu porque não adianta palitar? Girar ou abrir posição de trimpot apenas gera mais calor, e calor é igual a perda. Quanto mais se aquece o transistor, mais fecha a entrada de gate quando aquecido, e por isso você precisa alterar alguns componentes na saída, porque eles impedem o rendimento da potência final (isso só serve para rádios PX).

Um rádio na atualidade - 2015 - original apresenta 20w PEP SSB em média, então você tem 13,8v X 4A de consumo, que é = 55.2w Dividido por 2.66 = 20,75w efetivos. Ou seja, fonte de 5A para esse rádio original toca com folga.

Rádios com upgrade apresentam consumo entre 12A e 16A "em média" para mais, então você tem 13,8v X 12A = 165,6W em calor (em perda) divididos por 2,66 = +- 60w que representa o % aproveitável, e em média máxima "para 13,8v". Com voltagens DC to DC na alimentação, essa potência pode ultrapassar os 100 watts aproveitáveis, mas não há área de dissipação, então não recomendo. A bem da verdade, eu literalmente pago para ver alguém conseguir reproduzir o sistema que patenteamos, DC to DC.

Se utilizar bateria de 12v, o consumo em amperagem é maior. Quanto maior a voltagem, menor consumo em amperagem, quanto menor voltagem, maior consumo em amperagem.

By: Lei de Ohm.

Medições fora deste parâmetro são equivocadas.

Fale comigo

→ Dica de Segurança

A vantagem do Rádio na estrada, além da possibilidade de fazer grandes amigos, é saber o que está acontecendo lá na frente. Um possível deslizamento, bloqueio de pista, uma possível blitz falsa, assaltos, áreas perigosas, carros suspeitos e acidentes. Na verdade, o operador da Faixa do Cidadão precisa de muita malícia, porque em todo lugar haverá maldade e oportunismo. Já houve caso de amigo que quase foi morto em emboscada armada através de convites feitos na própria faixa. Pessoas que se passaram por radio-operadsores o chamaram para tomar um café e o mesmo foi, sem maldade nenhuma, mas estavam na verdade de olho em sua carga de remédios, relata João, Estação Cachorro Louco (Juiz de Fora MG). Portanto amigos, é possível sim fazer do rádio um ambiente saudável e seguro, basta denunciar quaisquer irregularidades e ficar atentos a desvios de conduta. Aproveite e faça sua parte, seja cordeal, e não se misture com radio-operadores que desrespeitam a faixa utilizado linguajar de baixo calão. Em caso de problemas, procure um posto da Polícia Rodoviária Estadual/Federal.

Oferecimento:

PXJF YOUTUBEadio.com.br

→ WATTÍMETRO BIRD - SAIBA TUDO


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