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sábado, julho 04, 2015

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UPGRADE PODE OU NÃO PODE?

Você compra um carro e a primeira coisa que faz é instalar insufilm, depois decide rebaixar o cabeçote ou mesmo a suspensão, ou os dois; instala uma polia ajustável para melhorar o torque (ou economia), ou nenhuma das opções de desempenho acima porque prefere uma turbina, uma Garret, e no som você é até modesto, só subwoffers, iluminação luzes de xenôn, dvd com tela no tabelier, leds. O caso é que você está insatisfeito com o que tem e de alguma forma quer melhorar sua máquina, então leva em um profissional para instalar o turbo, os acessórios, e existem muitas modificações possíveis de serem executadas, que podem começar desde a cor do veículo com o envelopamento até a densidade da borracha do batente da balança, e tudo o que estou dizendo você sabe que é verdade, porque faz parte do seu dia-a-dia mudar as coisas e deixar exatamente do seu jeito. Nós somos assim, seres individuais.
Daí o profissional executa as modificações que você julgou necessárias no veículo, exatamente do jeito que você gostaria, e em uma bela tarde você ele é parado em uma blitz, e a fiscalização descobre que o veículo está alterado, com características que a legislação julga irregular, e quem vai responder por isso? 
Você, que escolheu por livre e espontânea vontade alterar as características do veículo e trafegar à sorte, é você quem usa, é você quem escolheu utilizá-lo assim, do seu jeito.
A essa prática chamamos de "carros preparados".
Fato é que existem leis que regulamentam o trânsito e os veículos, mas não os limites dos profissionais terciários.

Você compra um rádio, e insatisfeito com o rendimento decide enviá-lo a um técnico para melhorar a recepção, decide aproveitar a viagem para mudar a tampa, a cor dos leds do painel, consertar o botão que parou de funcionar, no calor excessivo que o rádio produz, acertar a programação de canais, enfim, ajeitar tudo o que te incomoda. 
Você decide melhorar o seu transceptor porque no fundo o produto não se comporta do jeito que você acha que deveria, e ainda por cima não tem o rendimento desejado, é insuficiente, e você decide melhorar também o beep, o eco, acabar com o calor excessivo, resolver a maldita potência que nunca é suficiente pra DX.
Daí o profissional executa as modificações que você julgou necessárias no rádio, exatamente do jeito que você gostaria, e em uma bela tarde você recebe a visita da Anatel, e a fiscalização descobre que seu rádio está alterado, com características que a legislação julga irregular, e quem vai responder por isso?
Você, que escolheu por livre e espontânea vontade alterar as características do rádio e usá-lo à sorte, é você quem usa, é você quem escolheu utilizá-lo assim, do seu jeito.
A essa pática chamamos de "upgrade, power mod, vodu, etc..."

Aprenda que existem leis que regulamentam as faixas, os usuários e os rádios, mas não existem leis que ditem os limites do profissional da eletrônica, portanto, nenhuma fiscalização pode cercear o serviço técnico. 
Deixando uma pergunta no ar... se o seu rádio homologado estragar, existe algum laboratório certificado pela Anatel que possa oferecer serviço de reparo sem que o mesmo seja comprometido?
Claro que não, e você sabe disso!

Então já sabe que por lei a alteração não é irregular, o uso do aparelho alterado é que é irregular, e como é o usuário que contrata o serviço, ele é o único responsável.

Seja radio-operador com responsabilidade e consciência, resguardando a questão da potência quando a mesma se fizer necessária, e lembre-se, somente em casos de urgência e emergência.

Em caso de dúvidas, fale direto na fonte:
pxjf@hotmail.com.br

Leis que regulamentam, deleitem-se.
((•)) Ouça este post

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Sem instrumentos, não adianta!

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→ TVi ↓

TVi é um dos problemas mais sérios que o radio-operador pode sofrer. Pensando nisso, aqui vai algumas dicas seguras sobre como evitar este problema.

1º Cabo: Tem gente que acha que é só soldar o fio no conector e está tudo certo. Ledo engano!

Antes de soldar o conector, certifique-se que a malha esteja totalmente prateada, brilhando. Caso não esteja, substitua o cabo, ele está oxidado. "É a ação do tempo".

2º Conector: Verifique a qualidade do conector no ato da compra, e caso seu conector esteja a anos sendo utilizado (ou guardado), passe uma lixa fina por dentro no local onde encaixa a malha. Não deve haver nenhum tipo de sujeira ou sinal de oxidação.

3º Conector fêmea do rádio: Utilize uma chave de estria tamanho 19 e aperte a porca. Mal contato é um problema sério. Verifique a solda interna após o reaperto.

4º Não utilize antena tipo 5/8 caseira entre prédios e condomínios que estejam em locais mais altos que sua estação à distâncias menores de 10 metros. Lembre-se que a antena 5/8 irradia em ângulo reto, e a antena de tv do vizinho pode ser aquele famoso "bombrill".

Escolha sempre antena 5/8 industrial. Se for caseira utilize 1/4 de onda, pois seu lóbulo de irradiação aponta a ionosfera, ao invés do horizonte, como no caso da 5/8.

5º Não abra o ALC do equipamento. O ALC libera espúrios. Ao abrir potência do equipamento mantenha a proteção ALC. Da mesma forma que fazemos em nosso laboratório. Isso é imprescindível. Abrir ou aumentar potência não tem nada a ver com liberar ALC. Isso é para incompetentes e palitadores. Se abrir a potência do equipamento lembre-se de deixar o ALC atuando.

6º Estacionária: Nunca se esqueça que estacionária baixa não tem nada a ver com ressonância. A antena pode estar com roe ótima em determinado local, mas ressonar lá na casa do...

7º Identificar o "plano terra": Plano terra não tem nada a ver com antena plano terra. Você deve saber onde é o plano terra de sua estação, e o mesmo não tem nada a ver com o solo. Descobrindo o plano terra, a partir dele você saberá qual é a altura ideal para sua antena. Respeitando esta regra, além do rendimento otimizado de sua Estação, jamais correrá riscos de TVi. Dúvidas?

Consulte-nos.

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Como saber a potência correta sem ser enganado?

Primeiro, pesquise sobre o DATASHEET do transistor do seu rádio, leia a respeito, verifique a potência máxima levando em consideração a voltagem do transistor. A base de cálculo é a fonte de alimentação, então o parâmetro é 13,8 volts.

Se apresenta 8A de consumo em amperímetro digital "com congelamento de pico máximo", basta multiplicar 13,8v por 8A e o resultado dividir por 2.66, eis a potência correta, que são 41,5 watts de envelope - PEP. Em miúdos, no assovio tem que dar 41,5 watts, e na modulação 60% por conta do péssimo modulador original, então restam quase 25 watts de modulação real. Viu porque não adianta palitar? Girar ou abrir posição de trimpot apenas gera mais calor, e calor é igual a perda. Quanto mais se aquece o transistor, mais fecha a entrada de gate quando aquecido, e por isso você precisa alterar alguns componentes na saída, porque eles impedem o rendimento da potência final (isso só serve para rádios PX).

Um rádio na atualidade - 2015 - original apresenta 20w PEP SSB em média, então você tem 13,8v X 4A de consumo, que é = 55.2w Dividido por 2.66 = 20,75w efetivos. Ou seja, fonte de 5A para esse rádio original toca com folga.

Rádios com upgrade apresentam consumo entre 12A e 16A "em média" para mais, então você tem 13,8v X 12A = 165,6W em calor (em perda) divididos por 2,66 = +- 60w que representa o % aproveitável, e em média máxima "para 13,8v". Com voltagens DC to DC na alimentação, essa potência pode ultrapassar os 100 watts aproveitáveis, mas não há área de dissipação, então não recomendo. A bem da verdade, eu literalmente pago para ver alguém conseguir reproduzir o sistema que patenteamos, DC to DC.

Se utilizar bateria de 12v, o consumo em amperagem é maior. Quanto maior a voltagem, menor consumo em amperagem, quanto menor voltagem, maior consumo em amperagem.

By: Lei de Ohm.

Medições fora deste parâmetro são equivocadas.

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→ Dica de Segurança

A vantagem do Rádio na estrada, além da possibilidade de fazer grandes amigos, é saber o que está acontecendo lá na frente. Um possível deslizamento, bloqueio de pista, uma possível blitz falsa, assaltos, áreas perigosas, carros suspeitos e acidentes. Na verdade, o operador da Faixa do Cidadão precisa de muita malícia, porque em todo lugar haverá maldade e oportunismo. Já houve caso de amigo que quase foi morto em emboscada armada através de convites feitos na própria faixa. Pessoas que se passaram por radio-operadsores o chamaram para tomar um café e o mesmo foi, sem maldade nenhuma, mas estavam na verdade de olho em sua carga de remédios, relata João, Estação Cachorro Louco (Juiz de Fora MG). Portanto amigos, é possível sim fazer do rádio um ambiente saudável e seguro, basta denunciar quaisquer irregularidades e ficar atentos a desvios de conduta. Aproveite e faça sua parte, seja cordeal, e não se misture com radio-operadores que desrespeitam a faixa utilizado linguajar de baixo calão. Em caso de problemas, procure um posto da Polícia Rodoviária Estadual/Federal.

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