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quarta-feira, fevereiro 13, 2013

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Cobra 148 GTL EX & EX+

Você sabia que este rádio nunca foi Cobra?
Eu mesmo demorei para acreditar que este lindo exemplar jamais foi fabricado pela renomada empresa citada, mas é verdade. A Ranger é a responsável pela maioria dos rádios "ditos Cobra", que de nada pertencem à marca.

Tudo bem, de qualquer forma é um ótimo rádio, como todos que a Ranger fabrica, mas... não é Cobra, é uma falsificação bem elaborada. Poderíamos chamá-lo de Cobra de duas cabeças, pois existem duas versões, o EX e EX+.
Dentre as várias qualidades deste equipamento uma delas é a recepção, a sensibilidade.
A diferença entre o EX e o EX+ é pequena, o Cobra - duas cabeças - 148 GTL "EX" é bem parecido com o Superstar 3900 (Original Ranger, para variar).

É equipado com Roger Beep, possui Bandas A,B,C - Chave de comutação - HI/LOW - para completar o restante das bandas D,E,F, e não possui controle de potência.
'EX' Possui um excitador 2sc2166 e uma saída 2sc1969 - transistores -, atingindo 4,5 watts AM e até 21 PeP SSB; Possui também dupla sintonia, controles de Ganho de Microfone e RF.
O Cobra - duas cabeças - 148 GTL "EX+" é bem parecido com o Voyage (Sem R) VR94 versão anos 90, com um excitador 2sc2166 e um par de 2sc2312 - transistores -.
É equipado também com Roger Beep comutado, com chave On/Off (o "EX" e o SS3900 não têm), Filtro NB, possui Bandas A,B,C,D,E,F independente de chave HI/LOW; controle de potência que varia de 4 a 10 watts AM, e até 21 Watts SSB/AVG; controles de ganho de Microfone e ganho de RF.
'EX+' entrou no mercado para substituir o EX, e para concorrer com o Super Star 148 GTL (que é outro Ranger, só que com o nome mais original, pois neste exemplar a Ranger assume sua participação no mercado utilizando de forma ostensiva a marca Super star, ou, Superstar - que é marca registrada Ranger), que de fato, tem quase a mesma potência, mas perde para o 'EX+'.

Na minha opinião profissional, o 'EX', o Super Star 148 GTL e o "EX+" são excelentes equipamentos, independente de nomeclaturas de propriedade.
Os rádios que utilizam 2sc1969 na saída têm rendimento muito bom embora a potência seja limitada. Por outro lado, o par de 2sc2312 esquenta demais e tende a borbulhar quando utilizados em locais quentes, cujo clima é tropical, como o Brasil. Este detalhe pouco observado pelos radio-operadores sustentou e sustenta até hoje o nome dos modelos Super star 148 GTL, Cobra 148 GTL e Superstar 3900, pois dificilmente apresentam defeitos na saída de potência.

Lembrando que independente do ano de fabricação, este modelo de rádio não é homologado, nunca foi, e acredito que jamais será, pois extrapola o limite imposto pela FCC, que é de 40 canais.
Se você tem uma história com este equipamento, divida conosco adicionando seu comentário abaixo.
73s

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6 comentários:

Pedro disse...

Parabéns pelo blog! Tenho um "Cobra" 148GTL/EX Gold Series, onde os botões e moldura são dourados. Eu e meu Pai fomos buscá-lo no PY em 1997, e ele foi meu presente de aniversário de 13 anos. Tenho ele até hoje, e não o vendo, troco ou empresto de jeito nenhum!

André Luiz disse...

Tira umas fotos e me envia por favor

Josinei Martins disse...

Quanto custa um ex hoje pra venda? Tenho um aqui zerado...

André Luiz disse...

novo é difícil, só se for de colecionador. Esse rádio é dos anos 80, estamos em 2016

ruan duarte disse...

Tenho um radio osaka Japan que também é o mesmo radio, sendo que o osaka tem dissipador na traseira e saida para frequencimetro também na parte de trás

Klauss Mayer disse...

Eu tive um rádio como o seu , e me arrependo muito de ter vendido , não consigo achar mais sortudo de quem comprou , preto com os detalhes dourados !!

Sem instrumentos, não adianta!

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TVi é um dos problemas mais sérios que o radio-operador pode sofrer. Pensando nisso, aqui vai algumas dicas seguras sobre como evitar este problema.

1º Cabo: Tem gente que acha que é só soldar o fio no conector e está tudo certo. Ledo engano!

Antes de soldar o conector, certifique-se que a malha esteja totalmente prateada, brilhando. Caso não esteja, substitua o cabo, ele está oxidado. "É a ação do tempo".

2º Conector: Verifique a qualidade do conector no ato da compra, e caso seu conector esteja a anos sendo utilizado (ou guardado), passe uma lixa fina por dentro no local onde encaixa a malha. Não deve haver nenhum tipo de sujeira ou sinal de oxidação.

3º Conector fêmea do rádio: Utilize uma chave de estria tamanho 19 e aperte a porca. Mal contato é um problema sério. Verifique a solda interna após o reaperto.

4º Não utilize antena tipo 5/8 caseira entre prédios e condomínios que estejam em locais mais altos que sua estação à distâncias menores de 10 metros. Lembre-se que a antena 5/8 irradia em ângulo reto, e a antena de tv do vizinho pode ser aquele famoso "bombrill".

Escolha sempre antena 5/8 industrial. Se for caseira utilize 1/4 de onda, pois seu lóbulo de irradiação aponta a ionosfera, ao invés do horizonte, como no caso da 5/8.

5º Não abra o ALC do equipamento. O ALC libera espúrios. Ao abrir potência do equipamento mantenha a proteção ALC. Da mesma forma que fazemos em nosso laboratório. Isso é imprescindível. Abrir ou aumentar potência não tem nada a ver com liberar ALC. Isso é para incompetentes e palitadores. Se abrir a potência do equipamento lembre-se de deixar o ALC atuando.

6º Estacionária: Nunca se esqueça que estacionária baixa não tem nada a ver com ressonância. A antena pode estar com roe ótima em determinado local, mas ressonar lá na casa do...

7º Identificar o "plano terra": Plano terra não tem nada a ver com antena plano terra. Você deve saber onde é o plano terra de sua estação, e o mesmo não tem nada a ver com o solo. Descobrindo o plano terra, a partir dele você saberá qual é a altura ideal para sua antena. Respeitando esta regra, além do rendimento otimizado de sua Estação, jamais correrá riscos de TVi. Dúvidas?

Consulte-nos.

→ Power RF Aprenda ↓

Como saber a potência correta sem ser enganado?

Primeiro, pesquise sobre o DATASHEET do transistor do seu rádio, leia a respeito, verifique a potência máxima levando em consideração a voltagem do transistor. A base de cálculo é a fonte de alimentação, então o parâmetro é 13,8 volts.

Se apresenta 8A de consumo em amperímetro digital "com congelamento de pico máximo", basta multiplicar 13,8v por 8A e o resultado dividir por 2.66, eis a potência correta, que são 41,5 watts de envelope - PEP. Em miúdos, no assovio tem que dar 41,5 watts, e na modulação 60% por conta do péssimo modulador original, então restam quase 25 watts de modulação real. Viu porque não adianta palitar? Girar ou abrir posição de trimpot apenas gera mais calor, e calor é igual a perda. Quanto mais se aquece o transistor, mais fecha a entrada de gate quando aquecido, e por isso você precisa alterar alguns componentes na saída, porque eles impedem o rendimento da potência final (isso só serve para rádios PX).

Um rádio na atualidade - 2015 - original apresenta 20w PEP SSB em média, então você tem 13,8v X 4A de consumo, que é = 55.2w Dividido por 2.66 = 20,75w efetivos. Ou seja, fonte de 5A para esse rádio original toca com folga.

Rádios com upgrade apresentam consumo entre 12A e 16A "em média" para mais, então você tem 13,8v X 12A = 165,6W em calor (em perda) divididos por 2,66 = +- 60w que representa o % aproveitável, e em média máxima "para 13,8v". Com voltagens DC to DC na alimentação, essa potência pode ultrapassar os 100 watts aproveitáveis, mas não há área de dissipação, então não recomendo. A bem da verdade, eu literalmente pago para ver alguém conseguir reproduzir o sistema que patenteamos, DC to DC.

Se utilizar bateria de 12v, o consumo em amperagem é maior. Quanto maior a voltagem, menor consumo em amperagem, quanto menor voltagem, maior consumo em amperagem.

By: Lei de Ohm.

Medições fora deste parâmetro são equivocadas.

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→ Dica de Segurança

A vantagem do Rádio na estrada, além da possibilidade de fazer grandes amigos, é saber o que está acontecendo lá na frente. Um possível deslizamento, bloqueio de pista, uma possível blitz falsa, assaltos, áreas perigosas, carros suspeitos e acidentes. Na verdade, o operador da Faixa do Cidadão precisa de muita malícia, porque em todo lugar haverá maldade e oportunismo. Já houve caso de amigo que quase foi morto em emboscada armada através de convites feitos na própria faixa. Pessoas que se passaram por radio-operadsores o chamaram para tomar um café e o mesmo foi, sem maldade nenhuma, mas estavam na verdade de olho em sua carga de remédios, relata João, Estação Cachorro Louco (Juiz de Fora MG). Portanto amigos, é possível sim fazer do rádio um ambiente saudável e seguro, basta denunciar quaisquer irregularidades e ficar atentos a desvios de conduta. Aproveite e faça sua parte, seja cordeal, e não se misture com radio-operadores que desrespeitam a faixa utilizado linguajar de baixo calão. Em caso de problemas, procure um posto da Polícia Rodoviária Estadual/Federal.

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